domingo, 13 de junho de 2010

Anos 80

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Por: And

Os anos 80 começam com uma idéia de muito glamour, já que as mulheres que apareciam em séries de TV ,como Dallas, eram cobertas de jóias , roupas de grifes e tudo o que o dinheiro podia pagar.


Com isso os estilistas lançavam seus modelos com o máximo de luxo, com suas marcas estampadas bem grandes nas roupas e um preço de acordo com o glamour. O jeans alcança seu ápice, ganhando status. E os shoppings tornaram-se paraíso dos consumistas. Pode-se dizer que os anos 80 começam realmente em 1977, com o sucesso da música “disco” inspirado no filme “Embalos de sábado à noite”. Voltam à tona, o glamour da noite e o charme do excesso e do brilho, deixando para trás o estilo hippie dos anos 70. Não bastava ser bem-sucedido e bem-vestido. Nessa década, ter um corpo bonito e saudável era essencial para o sucesso. Assim, numa continuidade pelo amor aos esportes inaugurado na década anterior, explodiram academias por todos os cantos, aonde os freqüentadores iam com suas polainas e collants para as aulas de aeróbica, movidas por músicas dançantes e ritmadas, com temática comum: ginástica, poder e  sucesso.



Influenciando as roupas, o espírito esportivo levou o moletom e a calça fuseaux (conhecida hoje como calça de vinil) para fora das academias e consagrou o tênis como calçado para toda hora. Este último também fez ressurgir a moda de calçados baixos, como os mocassins, tanto multicoloridos como clássico.
O look “molhado”, conseguido com gel e mousse para cabelos, fez a cabeça de homens e mulheres, ao lado das permanentes fartas e topetes tão altos quanto se conseguisse deixá-los. A cartela de cores era vibrante, prezando por tons fortes e fluorescentes, com jogos de tons e contrastes.

As mulheres, que nesse momento ingressaram maciçamente no mercado de trabalho à procura por cargos de chefia, adotaram o visual masculino. Cintura alta e ombros marcados por ombreiras era a silhueta de toda a década, ao lado de pregas e drapeados para a noite ou dia. A moda masculina seguiu o mesmo estilo, com ternos folgados e calças largas. Para os acessórios, tamanho era sinônimo de atualidade.
A música se consagrou como formadora de opinião e estilo, levando ao estrelato cantoras como Madonna, que influenciou a sociedade com seu estilo livre e despudorado. O Punk, New Age e Break também merecem destaque.
Os vestidos passaram a valorizar mais o corpo feminino, com cintura marcada, fendas, tomara que caia ou saias balonês. Tudo acompanhado de acessórios Dourados.
 As cores que mandavam na década eram os cítricos como o verde-limão, amarelo e laranja florescente, a maquiagem também era assim, muito forte na sombra e marcando muito a boca com batons marrons e vermelhos.

A releitura de antigos clichês, a exploração das ambigüidades, a reflexão sobre conceitos como bom gosto e mau gosto, assim como a mistura de tendências a partir dos anos 80, provaram que todos os limites são relativos e que a moda não é mais que a projeção de nossos sonhos, idéias e aspirações, e que, afinal, tudo é mesmo possível no mundo da criação.

Beijos: And

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Anos 70

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Por: And

Após uma década muito livre para os jovens, com direito a drogas e muita sexualidade, os anos 70 chegou dando inicio à uma era onde não importava o tecido que as pessoas usariam para confeccionar suas roupas, o importante era não ser normal, um caso muito destacado disso era o ator e cantor britânico David Browie, ele revolucionou a musica nos anos 70 e também trouxe novos modelos à moda da época.

David Browie(Lady Gaga dos anos 70)

Foi quando em 1971, a marca Levi Strauss recebeu pelos seus blue jeans o Cory Award, o prêmio da indústria da moda norte-americana, depois desse ocorrido, jogos de violência e sexo entraram em alta e David Browie protestou contra o desleixo que estava virando, com essa idéia de sexualidade e violência, vários estilistas criaram novas formas de trasformar o auge do momento em moda, foi quando Andy Warhol , estilista francês, teve a idéia de criar jeans desbotados.
Nesse período o algodão, foi substituído pelo plástico, e os punks tomaram conta do peace and love e o substituíram pelo rock.



No Brasil, enquanto todos comemoravam o tri, houve seqüestros e censura à mídia.
Com poucas coisas passando na tv as pessoas se deixaram levar pelos esportes e pela prática de comer coisas leves e naturais.A moda ficou mais esportiva.  A moda anos 70 é dificílima de ser definida. Usou-se de tudo. As saias subiam e desciam como elevador: mini, micro, longa, midi. A roupa unissex ganha força com os terninhos e os conjuntos de jeans.



Todas as pessoas envolvidas com moda dos anos 70 foram chamadas de Hippie, porque eles estavam ligados à coisas simples e naturais.Por essa eventualidade, em meados da década de 1970 criaram uma boneca Barbie em homenagem à esse movimento marcante.

O primeiro grande caso de merchandising no Brasil tem registro com a telenovela Dancing Day’s (Gilberto Braga, 1979, TV Globo), na propaganda das calças jeans Staroup, usadas pela personagem Júlia (atriz Sônia Braga). Em seguida apareceu a marca USTop, na telenovela Água Viva (Gilberto Braga, 1980, TV Globo), protagonizado pela atriz Betty Faria.

Beijos And.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Anos 60

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Por:And


Os anos 50 acabou com tom de rock no ar, a prosperidade havia chegado de novo e os jovens queriam aproveitar e gastar, embalados pelo rebolado frenético de Elvis Presley as mulheres procuravam ter mais liberdade na hora de vestir, se submetendo à calças sigareete. 
Os anos 60, acima de tudo, viveram uma explosão de juventude em todos os aspectos. Era a vez dos jovens, que influenciados pelas idéias de liberdade "On the Road" [título do livro do beatnik Jack Keurouac, de 1957] da chamada geração beat, começavam a se opor à sociedade de consumo vigente. O movimento, que nos 50 vivia recluso em bares nos EUA, passou a caminhar pelas ruas nos anos 60 e influenciaria novas mudanças de comportamento jovem, como a contracultura e o pacifismo do final da década.
Nesse cenário, a transformação da moda iria ser radical. Era o fim da moda única, que passou a ter várias propostas e a forma de se vestir se tornava cada vez mais ligada ao comportamento.
Com a sede de consumir cada mais, as empresas criavam modas para os jovens, que pela primeira vez teve direito de escolher o que queria usar e não seguir mais os velhos.Em 1965, na França, André Courrèges operou uma verdadeira revolução na moda, com sua coleção de roupas de linhas retas, minissaias, botas brancas e sua visão de futuro, em suas "moon girls", de roupas espaciais, metálicas e fluorescentes.
Os tecidos apresentavam muita variedade, tanto nas estampas quanto nas fibras, com a popularização das sintéticas no mercado, além de todas as naturais, sempre muito usadas.
As mudanças no vestuário também alcançaram a lingerie, com a generalização do uso da calcinha e da meia-calça, que dava conforto e segurança, tanto para usar a minissaia, quanto para dançar o twist e o rock.O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas, como o smoking [lançado para mulheres por Yves Saint Laurent em 1966].
A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar.Os anos 60 sempre serão lembrados pelo estilo da modelo e atriz Twiggy (na foto ao lado), muito magra, com seus cabelos 
curtíssimos e cílios inferiores pintados com delineador.
Os 60 chegaram ao fim, coroados com a chegada do homem à Lua, em julho de 1969, e com um grande show de rock, o "Woodstock Music & Art Fair", em agosto do mesmo ano, que reuniu cerca de 500 mil pessoas em três dias de amor, música, sexo e drogas.










Beijos And.















 

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